Search
Search
Facebook Linked in Youtube
Login
Biblioteca Municipal de Penafiel
  • Início
  • Atividades
    • Eventos
    • Autor do Mês
    • Novidades
    • Iniciativas e Projetos
    • Galerias de Fotos
  • Catálogo
    • Publicações para Venda
    • Aplicação 'A Minha Biblioteca'
  • A Biblioteca
    • Sobre a Biblioteca
    • Serviços
    • Espaços
    • FAQs
  • RBE Penafiel
    • SABE
    • Bibliotecas
    • Documentos
    • Notícias
    • Sítios Recomendados
  • Informações
  • Utilizador
    • Utilizador
    • Registo de novo utilizador
Atividades  /  Autor do Mês

Autor do Mês

Eventos
Autor do Mês
Novidades
Iniciativas e Projetos
Galerias de Fotos
 
 Início  RSS  Pesquisar
1 de abril de 2024  00:00 
Adriano Maria Correia Gomes de Oliveira

Adriano Maria Correia Gomes de Oliveira

Adriano Maria Correia Gomes de Oliveira GOIH • ComL (Porto, 9 de abril de 1942 — Avintes, 16 de outubro de 1982) foi um músico português, intérprete da canção de Coimbra e cantor de intervenção.

 

Biografia

Filho de Joaquim Gomes de Oliveira e da sua mulher, Laura Correia, Adriano mudou-se para Avintes ainda com poucos meses de vida. Criado numa família profundamente católica, a infância de Adriano Correia de Oliveira é marcada pelo ambiente que descreverá mais tarde como «marcadamente rural, entre videiras, cães domésticos e belas alamedas arborizadas com vista para o rio [Douro]».

Após concluir os estudos secundários, no Liceu Alexandre Herculano, no Porto, Adriano Correia de Oliveira matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em 1959. Durante os anos passados em Coimbra, tem uma intensíssima participação no meio cultural e desportivo ligado à academia. Viveu na Real República Ras-Teparta, foi solista no Orfeon Académico, membro do Grupo Universitário de Danças e Cantares, ator no CITAC, guitarrista no Conjunto Ligeiro da Tuna Académica e jogador de voleibol na Briosa.

Na década de 1960 adere ao Partido Comunista Português, envolvendo-se nas greves académicas de 62, contra o salazarismo. Nesse ano foi candidato à Associação Académica de Coimbra, numa lista apoiada pelo MUD.

Data de 1963 o seu primeiro EP, Fados de Coimbra. Acompanhado por António Portugal e Rui Pato, o álbum continha a interpretação de Trova do vento que passa, poema de Manuel Alegre, que se tornaria uma espécie de hino da resistência dos estudantes à ditadura. Em 1967 gravou o álbum Adriano Correia de Oliveira, que, entre outras canções, tinha Canção com lágrimas.

Em 1966 casa-se com Maria Matilde de Lemos de Figueiredo Leite, filha do médico António Manuel Vieira de Figueiredo Leite (Coimbra, Taveiro, 11 de outubro de 1917 — Coimbra, 22 de março de 2000) e da sua mulher Maria Margarida de Seixas Nogueira de Lemos (Salsete, São Tomé, 13 de junho de 1923), depois casada com Carlos Acosta. O casal, que mais tarde se separaria, veio a ter dois filhos: Isabel, nascida em 1967 e José Manuel, nascido em 1971.

Chamado a cumprir o Serviço Militar, em 1967, Adriano Correia de Oliveira ficaria a uma disciplina de se formar em Direito. Ainda em 1969 vê editado o álbum O Canto e as Armas, revelando, de novo, vários poemas de Manuel Alegre. Pela sua obra recebe, no mesmo ano, o Prémio Pozal Domingues. Lança Cantaremos, em 1970, e Gente d'aqui e de agora, em 1971, este último com o primeiro arranjo, como maestro, de José Calvário, e composição de José Niza.

Em 1970, já licenciado da tropa, decide trocar Coimbra por Lisboa, e vai exercer funções no Gabinete de Imprensa da FIL — Feira Industrial de Lisboa, até 1974. Em 1973 lança Fados de Coimbra, em disco, e funda a Editora Edicta, com Carlos Vargas, para se tornar produtor na Orfeu, em 1974.

Com a Revolução dos Cravos, Adriano Correia de Oliveira está entre os fundadores da Cooperativa Cantabril. Em liberdade, esteve envolvido na organização de centenas de iniciativas do PCP em todo o país, nas quais tocou. Integra o Comité Organizador da Festa do Avante! do PCP desde a primeira edição, ao qual pertenceria até à sua morte.

Em 1975 lança Que nunca mais, onde se inclui o tema Tejo que levas as águas. A revista inglesa Music Week elege-o Artista do Ano. Em 1980 lançaria o seu último álbum, Cantigas Portuguesas, ingressando no ano seguinte na Cooperativa Era Nova, em rutura com a Cantabril.

Vítima de uma hemorragia esofágica, morreu na quinta da família, em Avintes, nos braços da sua mãe.

 

Reconhecimento

A 24 de setembro de 1983 foi feito Comendador da Ordem da Liberdade e a 24 de abril de 1994 foi feito Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, ambas as condecorações a título póstumo.

Lisboa, Avintes, Charneca da Caparica, Vila Nova de Gaia, Samora Correia, Almada, Barreiro, Grândola, Montijo e Fânzeres (concelho de Gondomar) são algumas das localidades portuguesas em que o seu nome faz parte da toponímia. 

 

Discografia

Ver artigo principal: Discografia de Adriano Correia de Oliveira

Álbuns

· 1967 — Adriano Correia de Oliveira (LP, Orfeu, XYZ 104)

· 1969 — O Canto e as Armas (LP, Orfeu, STAT 003)

· 1970 — Cantaremos (LP, Orfeu, STAT 007)

· 1971 — Gente de aqui e de agora — LP STAT 010)

· 1975 — Que nunca mais (LP, Orfeu, STAT 033)

· 1980 — Cantigas Portuguesas (LP, Orfeu, STAT 067)

Compilações

· 1973 — Fados de Coimbra

· 1982 — Memória de Adriano

· 1994 — Fados e baladas de Coimbra

· 1994 — Obra Completa

· 1995 — O Melhor dos Melhores

· 2001 — Vinte Anos de Canções (1960-1980)

· 2007 — Obra Completa

Singles e EP

· Noite de Coimbra (EP, Orfeu, 1960) [Fado da Mentira/Balada dos Sinos/Canta Coração/Chula] Atep 6025

· Balada do Estudante (EP, 1961) [Fado da Promessa/Fado dos Olhos Claros/Contemplação/Balada do Estudante] Atep 6033

· Fados de Coimbra (EP, 1961) [Canção dos Fornos/Balada da Esperança/Trova do Amor Lusíada/Fado do Fim do Ano] Atep 6035

· Fados de Coimbra (EP, 1962) [Minha Mãe/Prece/Senhora, Partem Tão Tristes/Desengano] Atep 6077

· Trova do vento que Passa (EP, 1963) [Trova do Vento que Passa/Pensamento/Capa Negra, Rosa Negra/Trova do Amor Lusíada] Atep 6097

· Adriano Correia de Oliveira (EP, 1964) [Lira/Canção da Beira Baixa/Charama/Para que Quero Eu Olhos] Atep 6274

· Menina dos Olhos Tristes (EP, 1964) [Menina dos Olhos Tristes/Erguem-se Muros/Canção com Lágrimas/Canção do Soldado] Atep 6275

· Elegia (EP, 1967) [Elegia/Barcas Novas/Pátria/Pescador do Rio Triste] Atep 6175

· Adriano Correia de Oliveira (EP, 1968) [Para que Quero Eu Olhos/Canção da Terceira/Sou Barco/Exílio] Atep 6197

· Rosa de Sangue (EP, Orfeu, 1968) Atep 6237

· Cantar de Emigração (EP, Orfeu, 1971) Atep 6400

· Trova do Vento Que Passa n.º2 (EP, Orfeu, 1971) Atep 6374

· Lágrima de Preta (EP, Orfeu, 1972) Atep 6434

· Batalha de Alcácer-Quibir (EP, Orfeu, 1972) Atep 6457

· O Senhor Morgado (EP, Orfeu, 1973) Atep 6542

· A Vila de Alvito (EP, Orfeu, 1974) Atep 6588

· Para Rosalía (EP, Orfeu, 1976) Atep 6604

· Notícias de Abril (Single, Orfeu, 1978) [Se Vossa Excelência.../Em Trás-os-Montes à Tarde] KSAT 633

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Adriano_Correia_de_Oliveira

Voltar!

Ligações Úteis

Município de Penafiel
Biblioteca Nacional de Portugal
Rede de Bibliotecas Escolares
Plano Nacional de Leitura
Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas
Governo de Portugal

Sobre Nós

No ano de 1741 começou a surgir em Penafiel a necessidade de se construir bibliotecas e museus, de forma a instruir os cidadãos e permitir o progresso da localidade.

mais informação

Contatos

Biblioteca Municipal de Penafiel

  • Avenida Egas Moniz,
    4560-546 Penafiel
  • +351 255 712 738 / +351 255 710 700
  • +351 255 711 066
  • biblioteca.penafiel@cm-penafiel.pt

Utilizador

Utilizador

Siga-nos

Facebook Linked in Youtube
2025 Libware - Tecnologias de Informação e Documentação. Todos os Direitos Reservados
Condições de Utilização | Privacidade
FECHAR

Este site utiliza cookies para melhorar a sua experiência neste website. Clique aqui para consultar a Política de Privacidade e Segurança aceitar e continuar